25 de novembro de 2014

GoPro terá redução de preço no Brasil através de parceria para produção local.

GoPro Hero 3+

Modelo Hero 3+ custará 30% menos!
Se você sempre quis uma GoPro, está aqui uma boa notícia: a empresa fechou parceria com uma fabricante local (não revelada) para trazer a linha Hero para o Brasil com redução de até 30% do valor. De acordo com Drew Goldman, diretor de vendas da GoPro para a América Latina, também foram fechadas parcerias com varejistas locais como o Ponto Frio, a FNAC e o Submarino, nos quais as câmeras já podem ser encontradas e compradas com o novo preço. Enquanto a versão importada da Hero 3+ Black Edition custava R$ 2,4 mil, a redução de 30% garantirá o valor de R$ 1,7 mil — um grande alívio para o bolso do consumidor. “O brasileiro é apaixonado por esportes e redes sociais. É a combinação perfeita para a GoPro”, disse Goldman. Agora você tem mais um presente pra colocar na sua lista de Natal!

Fonte:likanerd

Estudantes criam parede que promete substituir Ar-Condicionado

Quando a temperatura local aumenta, ligar um ventilador ou ar-condicionado pode resolver o caso. Contudo, essa opção pode não só afetar as contas do mês, mas também contribuir para a chamada "pegada de carbono". Pensando nisso, estudantes do instituto de arquitetura IAAC, na Espanha, criaram um protótipo de parede que promete dispensar o uso de eletrodomésticos para resfriar o ambiente. Batizado de "hydroceramics", o material possui bolhas de de hidrogel, que por sua vez, é capaz de reter até 400 vezes seu volume em água. Sendo assim, a ideia é preencher as esferas com água para que, em um dia quente, o líquido comece a evaporar. Para reabestecer as bolhas, uma chuva pode dar conta do recado já que quando chove, a temperatura fica mais amena e as esferas absorvem a água, isolando também a construção. 
Confira abaixo um vídeo do conceito:
Fonte:Springwise

3 de novembro de 2014

O metrô de Londres - como o empreendedorismo construiu o primeiro sistema do mundo

xYdnta.gifEm meados do século XIX, Londres passava por um problema muito contemporâneo aos nossos: engarrafamentos. Talvez um ainda pior, engarrafamentos de cavalos. A cidade, que com a revolução industrial quase dobrara de tamanho entre 1800 e 1850, tinha diversas novas oportunidades proporcionadas pela vida urbana. Londres havia se tornado o maior centro urbano da época, com 300 mil trabalhadores entrando e saindo de trem da cidade todos os dias. As ferrovias do país já haviam se desenvolvido com a competição entre companhias de trem (privadas, diga-se de passagem), a partir de 1825.
No início do século, todavia, o parlamento britânico havia passado uma lei que proibira a construção de estações ferroviárias no centro da capital da Inglaterra, ficando as companhias obrigadas a construí-las apenas na periferia.