10 de janeiro de 2017

Saiba como surgiu a ideia de criar a Netflix

Um dos serviços de streaming de maior sucesso da atualidade, a Netflix surgiu há 20 anos, quando Reed Hastings teve que pagar uma multa de US$ 40 por atrasar a devolução do filme “Apollo 13” à rede de locadoras Blockbuster. As multas por atraso eram algo bastante comum na época, assim como o trabalho de rebobinar as fitas.Reprodução
A ideia, no entanto, acabou não fazendo sucesso e a Netflix acabou vendendo 95% de suas ações para a Blockbuster em 2000. O objetivo era transformar o serviço em um sistema de entrega de DVDs da locadora, mas a proposta não foi aceita. Em 2005, a Netflix passou a oferecer filmes por streaming, o que conquistou o público e fez com que a companhia atingisse os 4,5 milhões de assinantes, superados nos anos seguintes. Atualmente, o serviço de streaming conta com 81 milhões de clientes em mais de 190 países e se destaca por suas produções originais. O patrimônio de Hastings, segundo a Forbes, é de US$ 1,5 bilhão. Além da Netflix, o CEO também trabalha no conselho diretor do Facebook e da Microsoft. Fonte: Via BBC

16 de julho de 2016

"O SUS é um prato suculento para o golpe", diz Padilha, em evento da UNE

mesa_sus_coneg.jpg 
Frase foi dita pelo secretário de Saúde da prefeitura paulistana, durante debate no 64º Coneg, da UNE, do qual também participou o ex-ministro da pasta Artur Chioro. Portal UNE – O alerta sobre o ataque ao Sistema Único de Saúde em tempos de golpe recheou a fala dos debatedores da mesa que teve como tema "SOS SUS – O desmonte da Saúde Pública", que integrou as discussões do 64º Conselho de Entidades Gerais da UNE (Coneg), em São Paulo. O debate teve a presença dos ex-ministros da Saúde, Alexadre Padilha e Arthur Chioro; do presidente do Conselho Nacional de Saúde, Ronald Santos; e do coordenador da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (Denem), Danilo Amorim. Padilha alertou sobre o novo viés que o debate sobre o SUS ganha em tempos de golpe. "Com esse golpe em curso, se a gente não impedi-lo, não vai ter plataforma para a gente continuar debatendo essas questões. Daqui a pouco não haverá mais SUS. 
O SUS é um prato suculento para o golpe", disse. Segundo ele, não é apenas por interesses econômicos que os atores do golpe querem acabar com o SUS, mas também pelo fato do Sistema ter se configurado, ao longo dos anos, como uma plataforma política, de onde surgiram vários movimentos, como a própria Denem. "Nem Tatcher" "O SUS é produção política e é produzido na luta", disse o ex-ministro da Saúde, Arthur Chioro, que elencou, em sua fala, a sequência de iniciativas conservadores que o governo golpista adotou em apenas 48 dias no poder. Ele também enfatizou a ofensiva deste governo contra pautas que dizem respeito aos direitos sociais. 
"Nem a Margareth Tatcher e Ronald Regan [conhecidos pelo desmantelamento do Estado de bem-estar social] tiveram coragem de produzir uma proposta tão reacionária como é a PEC 241/16, que pretende congelar pelos próximos 20 anos os gastos públicos em saúde, educação, assistência social", alertou Chioro. Corroborando a fala de Chioro, o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Ronald Santos, disse que é preciso combater essa força conservadora que quer colocar na conta da população os déficits da crise. Antes disso, disse ele, o fim das isenções fiscais e a taxação de grandes fortunas são exemplos de saídas para o buraco financeiro da União. 
Os palestrantes também jogaram luz à questão dos interesses dos planos privados de saúde, que têm sido descaradamente defendidos pelo ministro de Saúde do governo golpista e ilegítimo. Essa correlação de forças entre os sistemas público e privado de saúde, diz Danilo Amorim, coordenador da Direção Executiva Nacional de Estudantes de Medicina, impacta diretamente o Sistema Único de Saúde. "O impacto que o SUS tem sofrido passa pelo financiamento de campanha pelos planos privados", diz Amorim. "Numa defesa intransigente, o atual ministro da saúde, diz que a solução para a questão da saúde no país, seria o setor privado, que desafogaria o SUS. Sabemos que isso é uma falácia", afirmou. 
Fonte:RedeBrasilAtual

As 10 empresas mais inovadoras de 2016

listou nesta semana as 50 empresas mais inovadoras de 2016. Entre as listadas há companhias que trabalham com medicina, finanças, comunicação e, é claro, tecnologia. Listamos as 10 empresas mais inovadoras do ranking. Saiba por que elas se destacam, de acordo com a publicação:

Os 10 países com a internet mais rápida do mundo

Uma das principais reclamações dos brasileiros quando se trata de internet é a velocidade da conexão. E a reclamação faz sentido. Dados divulgados pela consultoria americana Akamai mostram que, em um ranking de velocidade na web que analisa 146 países, o Brasil ocupa da 95ª posição, com velocidade média de 4,5 Mpbs, abaixo da média global de velocidade, de 6,3 megabits por segundo.

EUA começam a definir regras para a fabricação de armas inteligentes


Smartphones, smartwatches e agora “smartguns”. Os Estados Unidos começaram a definir uma série de orientações que as fabricantes deverão seguir para que os produtos satisfaçam as exigências dos órgãos legais. As especificações técnicas dizem a respeito, por enquanto, apenas das “pistolas inteligentes”.
A maior diferença entre uma arma normal e uma arma inteligente é a adição de um dispositivo de segurança. Ele impede o uso da arma por pessoas que não estejam autorizadas a usá-la.
Diversos requisitos ainda impedem as armas inteligentes de se tornarem realidade. A maior parte deles está ligada diretamente ao mecanismo de segurança. As orientações pedem que a arma seja programada para que mais de uma pessoa possa utilizá-la e o acessório não poderá alterar o funcionamento da pistola e nem a deixar mais lenta ou menos prática.
Além disso, a interferência magnética não poderá desabilitar o mecanismo que irá funcionar com bateria. A pistola também deverá avisar o usuário quando a carga do recurso estiver baixa e possibilitar a recarga por eletricidade e também a troca da bateria de forma simples.
Dessa forma, o processo para a regularização ainda está em andamento. Em agosto, o National Institute of Justice (NIJ) irá avaliar e discutir as especificações propostas. Depois disso, o trabalho cabe aos Departamento de Justiça e ao Departamento de Segurança Nacional que irão revisar as orientações do documento para a publicação oficial que dará seguimento ao processo.
Fotne: Engadget